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Hole One, um jeito bom de fazer amigos
FOTOS: Divulgação
DIVULGAÇÃO: 24.07.2005 - 09:19 h.
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 Nascido em Bom Jesus dos Perdões - interior de São Paulo - nosso personagem do mês de julho é Valdecir Carlos de Jesus (foto). Gerente de Comércio Eletrônico do Hotel Transamérica, é casado com Marilisa Vitti há 21 anos, e é pai de Artur (19) e Bruna (18). Um homem simples, mas com uma vontade sem igual de fazer amigos.
Conheça nesta entrevista exclusiva, um pouco da história desse paulista - que ainda carrega consigo os trejeitos interioranos – e o quão o golfe é importante em sua vida, fazendo com que sua criatividade desse luz a um negócio que vem conquistando o mundo, o Hole One (dispositivo para a prática do golfe em qualquer lugar).
Persona - Como você conheceu o golfe?
Valdecir - Sempre me interessei pela “etiqueta do golfe”. A “etiqueta” que incute em seus praticantes o respeito às suas coisas, o respeito à natureza e principalmente; o respeito ao próximo. A partir daí, me tornei um leitor assíduo das matérias que diziam respeito a essa modalidade esportiva. Ao longo desses anos, muita gente me convidou para ir a um campo para experimentar a sensação de dar uma tacada, mas sempre relutei. Como tudo tem a sua primeira vez, atendi a um convite do professor Mateo Mancini [professor do Hotel Transamérica] e fui para campo com ele. Bastaram apenas três tentativas para que eu pudesse entender o fascínio que o golfe exerce em seus praticantes. É muito bom, parece que você rejuvenece, esquece das dores e volta a ser uma criança. Recomendo a todos os meus amigos que pratiquem o golfe e aumente sua expectativa de vida, pois para mim, o golfe é revigorante.
P - O que o motivou a criar o Hole One?
V – O Hole One nasceu da necessidade de botar ordem num ambiente com 8 crianças que só faziam algazarras e que queriam aproveitar as noites das férias escolares de janeiro de 2004. Tinha que arrumar alguma coisa para fazer à noite e como eu havia feito alguns tacos de madeira para brincarmos de golfe durante o dia, num campo de futebol, precisávamos dar continuidade à essa brincadeira. Assim, de posse de algumas latas de cerveja, potes de sorvete, caixas de sapato e outros descartáveis comecei a formatar alguns modelos de buracos para que todos pudessem se divertir nas madrugadas de nossas chuvosas férias.
P - Em que momento percebeu que se tratava de um bom negócio?
V - Ao retornar para o trabalho, tive a oportunidade de participar de um curso para árbitros de golfe, que estava sendo realizado no Hotel Transamérica. Durante conversas com participantes que queriam saber da minha relação com o golfe, contei um pouco da história vivida ao longo das férias, despertando neles curiosidade em conhecer os tacos e buracos que havia confeccionado. Para minha surpresa, todos foram unânimes em comentar que eu deveria levar a idéia para uma linha de produção efetiva, pois era daquilo que precisavam em seu dia a dia para treinar o esporte, e que não havia algo com aquela portabilidade e simplicidade disponível no mercado. Pensei que poderia ser uma boa idéia, afinal, se a brincadeira serviu para entreter as “minhas crianças”, talvez pudesse servir para a distração e diversão de outras pessoas também. Procurei profissionais da área de marcas e patentes e começamos a luta.
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 P - Como é ter seu produto sendo vendido mundo afora?
V – Fico muito feliz em saber que brasileiros e estrangeiros estão se interessando pelo produto, que como disse; é simples, mas precisava de alguém para fazê-lo, e eu tive a felicidade de ser o escolhido para essa missão interessante que cresce a cada dia. Costumo dizer que Hole One é um jeito bom de fazer amigos. Produzimos muitos dispositivos para serem oferecidos como brinde pelas empresas, e com certeza quem ganha um, não esquece jamais. Quem sabe, em breve eu consiga entregar Hole One para auxiliar na recuperação dos pós-operatórios infantis. Será extremamente gratificante auxiliar na coordenação motora, no equilíbrio e na auto-estima dessas crianças, mas para isso preciso do apoio de empresas que queiram compartilhar a alegria de um sorriso comigo. Afinal, ainda não produzo putters...ainda!
P - Para onde caminha o Valdecir? E o Hole One?
V - Caminha em busca de um objetivo que, é claro, só pode ter sido traçado por Deus, que é o de levar um pouco de alegria às pessoas, através do golfe. Registrei um projeto muito bonito que poderá dar uma nova roupagem ao golfe, através de uma apresentação extremamente diferente de tudo o que já se viu até hoje. A intenção é fomentar a participação da juventude nesse novo negócio que uma hora vai despontar e formar novos campeões. Uma utópia? Pode até ser, mas novamente vem a frase: "alguém tem que acreditar". Há alguém que se habilita a encarar esse desafio comigo? O tempo dirá...
P - Qual o significado do golfe para você?
V - O golfe para mim é o fazedor de gente do bem, e por esse motivo, deveria ser ensinado nas escolinhas, quando a criança está aprendendo a ler e a escrever. O golfe é a arma contra tudo de ruim que vivemos no mundo, é mais que um esporte, é uma filosofia de vida. E pensar que tudo começou com uma tacada no dia 10 de Janeiro de 2004. Santo Sêo Mateo!!!
P – Profissionalmente, como executivo do Hotel Transamérica, o golfe trouxe benefícios em seus relacionamentos?
V – Indubitavelmente. Talvez se um ou outro daqueles que participaram do curso de árbitro comigo, lerem essa matéria, poderão testemunhar que foi através do contato com eles que muitas unidades habitacionais dos nossos hotéis foram reservadas, além do que, a ligação entre empresários de diversos setores com o nosso é de muita valia. Oferecemos produtos para Turismo, Lazer e Negócios, ou seja, toda a camada produtiva e de negócios mantém contato conosco, e com o golfe estes contatos se afinam e passam a existir de uma forma mútua de participação, com isso, aumenta-se a parceria e como já é sabido, em uma parceria todos os lados devem ganhar.
Para saber mais sobre o Hole One e conferir os diversos modelos, acesse www.holeone.com.br
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